Espiritismo: Evidências científicas II
José Lucas
Associação Cultural Espírita de Portugal
A prática do Espiritismo tem uma componente científica. Agora, são os
cientistas não espíritas que o vêm comprovar. Vamos hoje continuar com
experiências científicas que provam a eficácia da fluidoterapia, prática comum
nas associações espíritas, que engloba o passe espírita (transmissão do
magnetismo humano mais energias espirituais para a pessoa necessitada) e a água
magnetizada por essas mesmas energias.
O Dr. Bernard Grad, bioquímico e pesquisador de geriatria no «McGill
University's Allen Memorial Institute», no Canadá, fez experiências muito
interessantes na Universidade de McGill, Montreal, Canadá na década de 1960. O
trabalho do Dr. Grad a respeito da cura pelo toque das mãos foi reconhecido e
Grad recebeu um prémio da Fundação CIBA, uma fundação científica fundada por um
grande laboratório farmacêutico. Ele efectuou experiências com sementes de
cevada, com ratos e análise da estrutura molecular da água.
- Nas suas experiências com sementes de cevada, Grad fez o seguinte:
- Substituiu humanos por plantas e animais, para evitar o efeito placebo.
- Colocou sementes de cevada de molho em água salgada (retarda o
crescimento), com objectivo de criar plantas doentes
- Pediu a um curador psíquico (um passista) que fizesse imposição das mãos
sobre a água salgada (água tratada), num recipiente, que seria usada para a
germinação das sementes.
- As sementes foram colocadas em água salgada (tratada pelo passista e não
tratada).
- Foram colocadas de seguida numa estufa, onde o processo de germinação e
crescimento foi acompanhado.
- Bernard Grad verificou que as sementes submetidas à água tratada pelo
passista germinavam com maior frequência do que as outras.
- Depois de germinadas, as sementes foram colocadas em potes e mantidas em
condições semelhantes de crescimento.
- Após várias semanas, e de acordo com uma análise estatística, as plantas
regadas com a água tratada eram mais altas e tinham um maior conteúdo de
clorofila. (Medicina Vibracional,Ed. Cultrix, Richard Gerber, 1997).
Bernard Grad efectuou outra experiência muito interessante:
- Grad lembrou-se de dar a água para pacientes psiquiátricos segurarem.
Essa mesma água foi depois usada para tratar as sementes de cevada. A água
energizada pelos pacientes que estavam seriamente deprimidos, produziu um
efeito inverso ao da água tratada pelo passista: ela diminuiu a taxa de
crescimento das plantinhas novas (Jeanne P. Rindge in As Curas Paranormais,
George W. Meek, Ed. Pensamento, 10ª edição, 1995, Cap. 13, pp. 158-159).
O passe espírita é uma transfusão de energias psíquicas e
espirituais que alteram o campo celular, contribuindo assim para a saúde
física e psíquica da pessoa necessitada
- Ainda numa outra experiência:
- «...Grad analisou a água quimicamente para verificar se a energização
(através do passe pela imposição das mãos) havia provocado alguma alteração
física mensurável. Análises por espectroscopia de infravermelho revelaram a
ocorrência de significativas alterações na água tratada pelo passista... o
ângulo de ligação atómica da água havia sido ligeiramente alterado... bem
como diminuição na intensidade das ligações por pontes de hidrogénio entre
as moléculas de água... e significativa diminuição na tensão superficial.»
(Gerber, 1997).
- Bernard Grad efectuou ainda experiências com ratos. Numa delas,
- Grad produziu a doença do bócio em ratos e separou-os em dois grupos.
- Contactou um famoso curador, o Coronel do Exército Húngaro, aposentado,
Oskar Stabany, que pegava nos ratos durante 15 minutos de cada vez, durante
40 dias.
- Embora todos os animais apresentassem um aumento da tiróide, «os ratos
pertencentes ao grupo tratado pelo curador apresentavam uma proporção
significativamente mais baixa de casos de bócio.» (Gerber, 1977).
Numa outra experiência, Grad pegou em:
- 48 ratos que foram submetidos a uma pequena cirurgia e separados em 3
grupos.
- um dos grupos foi tratado pelo curador (passista).
- «Nos ratos pertencentes ao grupo tratado pelo curador, o processo de
cicatrização das feridas era significativamente mais rápido.» (Gerber,
1997).
- Estes estudos foram comprovados pelos Drs. Remi J. Cadoret e G. I. Paul,
na Universidade de Manitoba, em condições de rigoroso critério, que
concluíram: «os ratos tratados por pessoas dotadas de poderes curativos
apresentaram uma velocidade de cicatrização significativamente maior.»
(Gerber, 1997).
José Lucas - Portugal
Bibliografia: "Fluidoterapia: Evidências Científicas", trabalho
apresentado pela Associação Cultural Espírita (Caldas da Rainha - Portugal) no
2º Congresso Espírita Mundial, Lisboa, 1998
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