Portal do Espírito |
|
Mapa do Site | Pesquisa no Site |
Relatório Preliminar do I Fórum Nacional Antidrogas(Realizado em Brasília DF - Novembro/1998) Presidência da República 2. Os grupos de trabalho2.1. Grupo PrevençãoCoordenação geral: Ana Glória Melcop "Uma longa viagem começa com um único passo" Nos últimos anos, o consumo de drogas tem aumentado no Brasil e preocupado cada vez mais a sociedade e as autoridades públicas. No entanto, seu uso não é exclusivo dos tempos modernos. Ao longo da história, o homem sempre conviveu com a utilização de substâncias psicoativas embora seus motivos nunca fossem idênticos. Na evolução dos povos, vemos que o consumo de drogas foi adquirindo características próprias. Na nossa sociedade, o seu uso também tem variado significativamente no tempo e a depender do contexto e posição social dos consumidores. Desta forma, vemos que o consumo de drogas adquire as características próprias de cada época e de cada segmento social: ele pode agregar tanto quanto marginalizar, ter caráter religioso ou profano, de comunhão ou contestador, coletivo ou individual. Neste contexto, falar em prevenção é falar de um empreendimento dialético, dinâmico e evolutivo. É buscar compreender o uso de drogas como fenômeno complexo da vida em sociedade, permeado por questões políticas, econômicas, sociais e culturais que se relacionam com a subjetividade humana, a moral, as relações de poder, as relações institucionais e pessoais, entre outras (Bucher, 1992; Macrae, 1988). Prevenção significa uma pré-intervenção, ou seja uma intervenção a ser efetivada antes que determinado fenômeno ocorra. É importante enfatizar a falta de sentido que existe em se falar de prevenção de drogas, uma vez que drogas não são "preveníveis". As drogas são apenas substâncias psicoativas, naturais ou sintéticas, que podem ser utilizadas pelo homem com diferentes finalidades. Não podemos dar a uma determinada droga uma conotação de algo bom ou ruim, assim não podemos considerar uma droga em si como algo destrutivo ou criativo. O que vai poder ser destrutivo ou criativo é a maneira pela qual o homem se relaciona com uma droga independentemente do produto químico em questão (Xavier da Silveira, 1990). Nesse sentido, em países como o nosso "o uso da droga é feito menos com a finalidade de obter prazer do que de amenizar o sofrimento (...) A pessoa que vive em condições sociais tão precárias a ponto de passar fome, estará obrigatoriamente em contato com outros problemas e outras restrições: falta de perspectivas profissionais; dificuldades de relacionamento humano decorrentes da situação social (por exemplo, discriminação); problemas de saúde; dificuldades de acesso à informação e à formação cultural. Isto terá repercussões em sua vida emocional, gerando sentimentos mais ou menos duradouros de angústia, nervosismo, desânimo e tristeza que poderão ser minorados através do uso de drogas psicotrópicas" (Bucher, 1988). Isto posto, consideramos que a prevenção é uma intervenção que visa evitar o estabelecimento de uma relação destrutiva de um indivíduo com uma droga, levando em consideração o seu contexto social, econômico e cultural. Optamos, assim, por falar em Prevenção ao Uso Indevido de Drogas, reconhecendo por conseguinte a existência de diversos padrões de uso que não necessitam de qualquer tipo de intervenção. Acrescentamos que a legalidade ou ilegalidade de uma substância química não tem qualquer relação com esta questão, pois observamos uso indevido de substâncias ilegais , bem como o uso recreativo de substâncias ilegais. Prevenção implica em significações distintas para o indivíduo e para a sociedade, que são (Morel, 1989):
Nenhuma ação preventiva deve buscar a supressão do uso do álcool e de outras drogas, pois este seria um objetivo utópico além de questionável: o estabelecimento de uma sociedade livre de drogas, preconizando a abstinência do uso e não reconhecendo a existência de distintos padrões de consumo (recreativo, abusivo e dependência). Contrapomos, a esta perspectiva de prevenção, as seguintes reflexões:
Uma intervenção preventiva deve estar baseada em estratégias pragmáticas na área de saúde pública e partilhar dos princípios de cidadania e de direitos humanos. Um exemplo é a estratégia da Redução de Danos, que visa minimizar as conseqüências adversas do consumo de drogas lícitas e ilícitas e, conseqüentemente, suas situações de risco. Outro aspecto importante a considerar é que a prevenção não pode ser improvisada; ela exige planejamento. E, como já foi dito, planejar qualquer ação de prevenção ao uso indevido de drogas não pode ser dissociado de outras medidas necessárias para a melhoria das condições de vida dos seus usuários. O abuso de drogas deverá ser compreendido pelas políticas de prevenção como um estado de mal-estar tanto do indivíduo quanto da sociedade. Na relação entre o usuário e a droga, dentro desse contexto, poderíamos ter algumas estratégias preventivas:
Qualquer política de prevenção deverá contribuir para a responsabilização dos indivíduos a que se destina, buscando a sua conscientização e a mudança de seus comportamentos e atitudes. Uma política de prevenção eficaz, portanto, deverá estar em acordo com os princípios fundamentais da democracia e da cidadania. Não existe uma política ideal, nem única de prevenção. Cada modelo deverá considerar as peculiaridades e a realidade sócio-econômica e cultural em que a população está inserida. Deverá ser desenvolvido por um período de tempo previamente estabelecido e ser avaliado continuamente. Deverá formar pessoas e intervir pedagogicamente e criativamente sobre os problemas decorrentes do abuso de drogas. Por fim, deverá mobilizar vários e diferentes atores sociais, pois prevenir o uso e abuso de drogas é uma tarefa não apenas de especialistas mas, também, da sociedade como um todo. Subgrupo P1 Redução de Danos e Portadores de HIV/AIDSCoordenadores - Luiz Fernando Marques e Eliane Seidl Relatora - Valéria Oliveira A redução de danos à saúde pelo uso indevido de drogas Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação. A redução de riscos e danos à saúde, prevista na Constituição Brasileira como um dos direitos de cidadania, trata da proteção e da recuperação da saúde de pessoas que, no caso da dependência química, encontram-se sob uma situação de risco adicional, pela forma com que compensam a sua adição às drogas. A redução de danos - RD aplica-se ao controle dos efeitos adicionais adversos de qualquer substância psicoativa. Em relação aos fumantes, por exemplo, a RD propõe a fixação de adesivos impregnados de nicotina à pele, havendo então a liberação desta substância em pequenas quantidades, diminuindo a síndrome de abstinência decorrente da ausência da droga. Dessa forma, os sintomas típicos da ausência de nicotina, tais como a agitação psicomotora, a necessidade de estar sempre comendo e a dificuldade de dormir, são controlados, favorecendo o estado de tranqüilidade necessário para a desintoxicação. Esse é um exemplo de RD pela substituição da via de inoculação da própria droga, com vistas a preparar o dependente para reduzir o seu consumo, ou eliminá-lo, de forma definitiva. Em relação às pessoas que usam a via injetável para se drogarem, a RD promove o recolhimento de seringas e agulhas utilizadas, substituindo-as por equipamentos esterilizados. Os usuários de drogas injetáveis, geralmente em estado de grande exclusão social, são abordados nos lugares e momentos em que as práticas de risco à saúde estão em curso; ou seja, quando, para o uso de drogas, há o compartilhamento de equipamentos de injeção por várias pessoas. A RD é, portanto, uma ação de saúde pública que envolve uma intervenção pragmática com vistas à prevenção das graves doenças de transmissão sangüínea. A estratégia da RD é necessária para proteger aqueles indivíduos que, num período de sua vida, usam drogas de forma compulsiva e arriscada. Sem essa medida, eles estariam sujeitos a seqüelas irreversíveis, como as infecções pelos vírus da hepatite e da AIDS. Some-se a isso a crescente disponibilidade de substâncias lícitas e ilícitas ao alcance da população. Ademais, nem todas as pessoas estão preparadas para o tratamento convencional que apregoa a abstinência total e imediata. E, ainda que elas estivessem dispostas a submeter-se a ele, não haveria, em curto prazo, a disponibilidade de instituições especializadas e próximas de seu alcance que as acolhessem. Além da proteção individual, a RD estende os seus benefícios a toda a rede de pessoas que se relacionam com os usuários de drogas injetáveis. No Brasil, cerca de 1/3 das mulheres portadoras do vírus da AIDS são ou já foram parceiras de usuários de drogas injetáveis infectados pelo HIV. Por essa via de transmissão, portanto, a epidemia de AIDS acomete e vulnerabiliza as mulheres, com conseqüente aumento do número de casos de crianças que nascem infectadas pelo vírus da AIDS. Finalmente, a política nacional de drogas em vigência realiza intervenções em três níveis: 1) repressão, com seus instrumentos próprios de atuação; 2) prevenção primária, para atuar na promoção de uma vida saudável e na prevenção específica ao uso indevido de drogas, destinada, principalmente, aos jovens; e 3) prevenção de nível terciário, que inclui as ações de tratamento à dependência química e, para as pessoas mais afetadas e com riscos adicionais causados pelo uso de drogas, a redução dos danos secundários relacionados à maneira com que as consomem. As várias intervenções são complementares e beneficiam a públicos diferentes, que devem ser contemplados por políticas sociais específicas. Mais do que uma política de Estado, a estratégia de redução de danos é, principalmente, uma medida revestida do mais profundo caráter humanitário. Nota sobre o funcionamento do Subgrupo P1 Em função do grande interesse despertado pelo tema Redução de Danos (RD) e da pouca afluência ao grupo de Portadores de HIV e AIDS, os coordenadores e membros de ambos os grupos acordaram em constituir um grande grupo único para a discussão de ambos os temas. A composição final, no início dos trabalhos, foi de 42 pessoas inscritas para o primeiro tema e quatro para o segundo. Como acordado pelo grupo técnico, ficou a cargo dos coordenadores a apresentação de dados e reflexões sobre o tema do subgrupo. Nesta fala, a redução de danos foi contextualizada como um instrumento da área de saúde pública com aplicações ao trabalho com drogas lícitas e ilícitas e, no contexto da epidemia de AIDS, para o controle das infecções de transmissão pela via do compartilhamento de equipamentos para uso de drogas injetáveis. Abertas as discussões, evidenciou-se que havia dois grupos bem distintos em posições ideológico-metodológicas e na procedência institucional. Um deles, mais ligado à área de tratamento e concepções religiosas, já trazia uma posição fortemente contrária à Redução de Danos. O outro, ligado a projetos de Redução de Danos de organizações governamentais e não governamentais, propunha-se a discutir o tema e aprimorar as suas estratégias. Entre os membros do primeiro grupo, já teria havido debates a partir dos quais adotou-se na oficina uma posição previamente definida; a sua participação no grupo temático foi para defender posição contrária à RD. Houve, inclusive, a distribuição prévia de documentos que assimilavam a Redução de Danos à mera distribuição de seringas e a confundiam com uma suposta proposta de legalização das drogas. Nesta direção, o grupo ligado ao tratamento propunha a discussão de temas alheios ao tema em questão e que eram objeto de discussão de outros subgrupos do Fórum, tais como: a prevenção do uso de drogas em escolas ou a regulamentação e formas de financiamento de comunidades terapêuticas. Evidenciou-se a dificuldade de conciliação dos interesses representados. Neste sentido, as intervenções da coordenação deram-se no sentido de que as pessoas pudessem realmente discutir a RD e as formas de cooperação entre os dois grandes grupos representados, então, por cerca de setenta pessoas. Com a intenção de que as pessoas se reagrupassem e que houvesse a participação de representantes das duas posições majoritárias, a coordenação propôs a seguinte pauta, a ser discutida em até três subgrupos:
Não houve a aceitação da proposta porque o grupo de tratamento alegou que boa parte do mesmo não conhecia em profundidade a proposta de Redução de Danos do Ministério da Saúde e, portanto, não poderia referendá-la. Neste ponto, foi reafirmado pela coordenação que a inscrição para a participação nas discussões pressupunha o conhecimento do tema em pauta e que o que se buscava eram subsídios à SENAD para a proposição/ajuste de política, para a incorporação de novos parceiros e, no caso da redução de danos, para a melhoria da estratégia. Neste impasse, e com a presença do coordenador técnico do evento, Dr. Evaldo Melo de Oliveira, foi acordado que haveria a divisão do grupo em dois subgrupos e que o que os diferenciaria seria a aceitação da estratégia da redução de danos com a distribuição de seringas. Esta medida foi possível pois, no plano do discurso, todos os participantes concordam e apóiam a redução de danos, à exceção da inclusão desta estratégia. Assim feito, em cerca de três horas foram produzidos os dois documentos de grupo que compõem este relatório. Na divisão dos mesmos, cerca de 68% dos presentes agregaram-se em torno da proposta de abstinência como única forma de tratar a questão drogas. Eles pertenciam a grupos religiosos, ligados à área de tratamento, nomeadamente: Federação Brasileira de Comunidades Terapêuticas, Amor Exigente, Pastoral de Dependência Química/CNBB - e pessoas ligadas ao aparato policial. Os outros 32% do total, estavam ligados a pessoas que já desenvolvem atividades de redução de danos, em instituições governamentais, incluindo universidades, e não governamentais, bem como outras pessoas que foram convencidas por esta proposta. Acordou-se que cada um dos subgrupos ficaria responsável pela coordenação e relatoria das discussões havidas internamente. Os dois documentos que se seguem são o fruto desta profícuo embate de idéias. Subgrupo P1/01 - Modelos De Redução De Danos Incluindo Troca De SeringasCoordenador: Emerson Bernardes da Silva, Relator: Rachel Pinheiro Pressupostos:
1. Estratégias Gerais As estratégias de redução de danos em relação aos diferentes tipos de dependentes de drogas lícitas e ilícitas deverão ser baseadas em estudos e pesquisas que apontem as formas mais adequadas de intervenções de acordo com as especificidades de cada região. Deverão contemplar todos os comportamentos de risco associados ao seu consumo, entre eles: acidentes de trânsito, DST/HIV, violências. Mais detalhadamente temos:
Destaque em plenária: acrescentar "que assim o desejarem";
2. Estratégias específicas em relação ao uso de álcool Em relação ao consumo de álcool, as estratégias deverão contemplar ações educativas, de fiscalização e de cumprimento das leis, tais como:
3. Estratégias específicas em relação ao uso de drogas injetáveis
Subgrupo P1/02 - Modelos De Redução De Danos Que Excluem A Troca De SeringasCoordenador: Luiz Antônio Bortolin Relator: Benedicto Antônio Moretti 1. Conceito de Redução de Danos: Processo de prevenção e tratamento da doença bio-psico-sócio-espiritual - da drogadicção e que necessita das diversas áreas da sociedade para viabilizar a recuperação. 2. Política: Prevenção, tratamento e reinserção social dos drogaditos/dependentes químicos e intervenção junto aos órgãos facilitadores do processo de drogadicção. 3. Estratégias:
Conclusão: Considerando as dimensões e peculiaridades regionais do Brasil, deve-se atentar às dificuldades existentes para redução de danos que englobem as diversas drogas usadas indevidamente. Para tanto, indica-se a abstinência total como fundamental no contexto do tratamento. Diante do exposto, e considerando as formas de redução de danos propostas, sugerimos aos órgãos competentes um repensar os programas vigentes, tais como os programas de substituição de drogas pesadas por drogas leves, de trocas de seringas e outros. A continuação deles não só causa prejuízos ao dependente químico como ao próprio governo, que poderá ser acionado na justiça em ações indenizatórias. Subgrupo P2 Populações ExcluídasCoordenador: Claudia Regina Merçon de Vargas Relatora: Roseli Santos Burmann Secretária: Emeli Marques Costa Leite O grupo considerou populações excluídas aquelas que, por questões econômicas ou sócio-culturais, estão mais vulnerabilizadas e não são suficientemente contempladas pelas políticas públicas. Por isso, demandam uma atenção especial. Entre elas, incluem-se os portadores de deficiências físicas, os moradores, meninos e meninas de rua, índios, portadores de HIV, profissionais do sexo e população carcerária. PROPOSTAS
Subgrupo P3 Participação e Mobilização SocialCoordenadores: Maria Alice Araújo e Aluisio Andrade Prevenir o uso indevido de drogas não é tarefa única das autoridades médicas, policiais ou judiciárias. São necessários o apoio e a participação da comunidade na elaboração e execução de programas preventivos. A mobilização comunitária deve ter iniciativa e criatividade para desenvolver ações que completem as oficiais e atinjam a população em geral. Diversificando os canais comunitários e unindo forças da comunidade, torna-se possível aumentar as ações preventivas e ampliar o impacto na sociedade. Para incentivar o processo de mobilização e participação popular é necessário um trabalho constante, que desperte a consciência das pessoas para a justiça, para a democratização social e para o exercício pleno da cidadania. PROPOSTAS
inclusão da participação das Universidades na prevenção do uso de drogas nas atividades contempladas por ressarcimento via SUS, do Ministério da Saúde. Uma vez que são afetos a área de saúde e coordenadas pelos hospitais universitários;
Subgrupo P4 Ações Básicas de SaúdeCoordenadora: Rosane Correia e Silva Secretária: Janaína Bortoluzzi Cardoso Relator: Mário Antônio Garófalo O grupo considerou fundamental para a implementação de programas de atenção primária aos usuários de drogas a capacitação dos profissionais que trabalham nas diversas unidades de saúde e no Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e do Programa de Saúde da Família (PSF). Também entendeu como prioridades: o estabelecimento de sistemas de referência e contra-referência, tanto no âmbito da saúde quanto no âmbito social; a intervenção preventiva junto à família, a escola e à comunidade em geral; e o compromisso político dos gestores dos três níveis de governo. PROPOSTAS
Subgrupo P5 Esporte, Cultura, LazerCoordenador: Silas Munguba e Paulo César Varella Plutarco Relatores: Maria Abadia Silva e Desilmar Vanderley O grupo entendeu que há necessidade de incentivar a população, principalmente os jovens, às práticas esportivas e culturais como meio saudável de prevenção ao uso de drogas. Para isso, todas as entidades (públicas e privadas) devem contribuir, cedendo espaços físicos ou facilitando, de alguma forma, a participação em tais atividades. Concluiu, ainda, que os grandes eventos esportivos, culturais e de lazer podem servir como espaços adequados para divulgação de mensagens de alerta ao uso indevido de drogas. PROPOSTAS
Subgrupo P6 Criação de EmpregoCoordenador: Eliseu Calsing O grupo concluiu que a falta de emprego e de oportunidades gera violência doméstica, uso indevido de drogas e desagregação familiar, entre outras situações. As maiores dificuldades na busca de soluções e/ou oportunidades de emprego esbarram em dificuldades financeiras e de recursos públicos. Há necessidade de uma definição de política pública de emprego e não, apenas, de campanhas imediatistas com resultados paliativos. PROPOSTAS
|
Página principal | Mapa do Site | Pesquisa no Site |
![]() |