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O Espiritismo é a pura mentira? - Parte IIIPaulo da Silva Neto Sobrinho “Tudo o que quereis que os outros vos façam, fazei o mesmo também a eles” (Jesus) IntroduçãoExiste uma coisa de que nós Espíritas fazemos questão absoluta, é de respeitar o direito dos outros em seguirem a crença religiosa que melhor lhes convêm. Exatamente por isso não batemos à porta de ninguém, quer literalmente, quer por qualquer outro meio, para oferecer nossa crença. Mas infelizmente pessoas que se fanatizam, não pensam como nós, e se julgam tão especiais que acham ter recebido como missão de Deus a conversão do mundo. Qualquer pessoa de bom senso, verá claramente que Jesus, nunca teve um comportamento desse, aliás ao contrário, já que, em momento algum, o vemos tentando convencer ou converter alguém, sempre, após ministrar seus ensinamentos, dizia: “quem quiser me siga”, numa clara demonstração de respeito a opinião do próximo. O fanático quer ser maior que o próprio Mestre. Mas falta-lhe o senso do ridículo, pois a sua cegueira, o deixa ter comportamentos fora do senso comum. Assim é, por exemplo, que entra num site Espírita, para tentar mostrar que estão no caminho errado. Por que dizemos ser esse comportamento ridículo? Porque se tivesse lido os artigos disponíveis no site, veria que temos argumentos de sobra para apoiar nossa crença. Veria também, que não há artigo algum em que estejamos combatendo as outras correntes religiosas, embora iremos achar alguns onde fomos obrigados a exercer o nosso direito de defesa. Bom, o nosso crítico andou enviando e-mails ao site Portal do Espírito, conforme segue: 1ª mensagem: sexta-feira 24.10.2003 às 17:06 horas; 2ª mensagem: segunda-feira 03.11.2003 às 17:42 horas; 3ª mensagem: segunda-feira 03.11.2003 às 18;50 horas; 4ª mensagem: terça-feira 04.11.2003 às 14.26 horas. Como ainda não queremos revelar o nome, colocaremos somente o seu provedor: Prefeitura Municipal de Florianópolis (xxxxx@pmf.sc.gov.br). Isso nos tem deixado intrigados, pois, pela origem e pelo horário, estamos supondo tratar-se de um funcionário municipal. Ora, se trabalha em um órgão público não deveria estar cumprindo com seus deveres de servidor público ao invés de ficar querendo cumprir “a missão” de converter os outros, usando os equipamentos da repartição, e pior; em horário de deveria estar trabalhando para fazer jus ao seu salário? “Daí a César o que é de César”, se aplicaria ao caso? É, mas fanático não têm esse senso de responsabilidade. E, se for mesmo um funcionário público, deve ser muito incompetente, quem sabe se apadrinhado por um político, pois se fosse competente estaria trabalhando, não teria tempo para ficar enviando e-mails a ninguém, como seria possível àqueles que ficam à toa pendurados em seu cabide de emprego. Sigamos em frente, vamos aos nossos contra-argumentos relativos ao último e-mail. Texto em análise
O engano não está propriamente nas inspirações, ele é anterior, pois o “Espírito Santo”, dogma de sua Igreja, não existe. Se não fosse tão fanático, veria perfeitamente que o “Espírito Santo” é criação de sua Igreja, como uma necessidade para compor a trindade copiada dos povos pagãos. Apesar de que, em inúmeras passagens bíblicas, se afirme categoricamente que Deus é um só, nada encontramos de “três em um”. Houve por parte da Igreja a adulteração dos textos bíblicos, de forma a adaptá-los ao conceito dessa trindade “xerocada” dos pagãos. Assim é que, em muitas passagens bíblicas, onde aparecia a palavra “Espírito” foi juntada a ela o “Santo”, em outras, alteraram o sentido de um santo Espírito para o tal de Espírito Santo. Por isso, diremos, se tem alguém mentindo nessa história, não somos nós. E se quiser comprovar isso terá que ler autores não vinculados a sua religião dogmática, pois esses advogam em causa própria. Estamos com Rohden, teólogo independente, quando diz: “O povo ignorante e crédulo, proibido de ler livros que não tenha a chancela do clero, é geralmente incapaz de distinguir entre a genuína revelação de Deus e essa arbitrária teologia clerical originada no correr dos séculos; identifica a catolicidade cristã com o catolicismo romano; pensa que o que nesse livro se diz do poder do padre seja puro cristianismo, quando de fato é uma revoltante caricatura do Evangelho do Cristo, uma radical apostasia do cristianismo”. (ROHDEN, 1995, pág. 165). Por vezes, é necessário repetir o que já falamos anteriormente, pois o crítico só quer falar não quer “escutar”.
Quando lemos “filhinhos”, sentimos como se fosse palavra de João, e não deu outra, podemos encontrá-la em 1Jo 2,18-19, portanto, não foi Paulo quem disse aos Coríntios. Isso é coisa de fanático, que sempre apressado acaba atropelando as coisas. Vamos reler: “o anticristo já está entre nós e ele saiu do meio de nós”, ou seja, isso não tem nada a ver com o Espiritismo, que surgiu, na França, em meados do século XIX. Assim, podemos relacioná-lo aos seguidores de João, como os de sua Igreja que se dizem seguidores dele, então... “está entre nós” e “saiu do meio de nós”, ou seja, estão do seu lado, pois o “nós” aí são vocês. Volta o crítico a falar sobre Pedro, será que não leu o que colocamos anteriormente, vamos pedir que leia, e acrescentamos: “Quando alguém é eleito presidente da República, é de supor que ele tenha conhecimento desse fato. Se o apóstolo Pedro foi de fato nomeado por Jesus chefe supremo da Igreja, é de crer que ele tenha tido ciência disso. Vejamos se isso acontece. Temos do apóstolo Pedro duas cartas que fazem parte do Novo Testamento. Peço aos meus leitores que examinem cuidadosamente essas cartas do ‘primeiro papa’, escritas cerca de vinte anos após sua pretensa nomeação. Não há nesses documentos o mais ligeiro vestígio que denote supremacia pontifícia. O autor considera-se cristão entre cristãos, fala como irmão a irmãos, igual a iguais. Não dá ordens, preceitos, mandamentos de superior para inferiores. Pedro ignora evidentemente a dignidade que, a partir do século quarto, lhe foi atribuída por alguns historiadores eclesiásticos interessados em centralizar o governo da Igreja na capital do Império Romano. Numa dessas cartas, diz o autor que a escreveu em ‘Babilônia’”. “Pelo ano 50 da era cristã reuniu-se em Jerusalém o Concílio Apostólico a fim de harmonizar pontos controversos da Igreja primitiva. Quem presidiu essa assembléia e deu a decisão final, como lemos nos Atos dos Apóstolos, foi São Tiago, ‘irmão do Senhor’ e então bispo de Jerusalém. Se Pedro era chefe da Igreja, por que não decidiu as questões com sua suprema autoridade?” “Mais ou menos ao mesmo tempo, visitou Pedro a importante cidade de Antioquia da Síria, então um dos mais florescentes centros do cristianismo. A princípio aceitava o ex-pescador Galileu convites da parte de étnico-cristãos, sentando-se à mesa com eles e comendo do que eles comiam, sem fazer distinção entre manjares ritualmente puros e impuros, como existiam entre os judeus e judeu-cristãos. Incriminado pelos cristãos palestinenses, Pedro volta atrás, separando-se dos cristãos convertidos do gentilismo e evitando comer ‘manjares impuros’, subordinando assim o espírito de Cristo à lei mosaica e pondo a Igreja nascente em perigo de cisma. Paulo, o pioneiro da catolicidade cristã, não tolera semelhante atitude parcialista e herética. E, como o escândalo de Pedro tinha sido público e em público era comentado pela Igreja de Antioquia, em público, como ele nos conta na Epístola aos Gálatas, Paulo interpelou seu colega de apostolado, porque ele não andava ‘conforme a verdade do Evangelho’. Pedro, com admirável humildade e sinceridade, reconhece que Paulo tem razão, retrata o seu erro e volta à pureza do Evangelho, não fazendo distinção entre judeu-cristãos e étnico-cristãos”. “Ora, se Pedro tivesse pretendido infalibilidade em matéria de fé e moral, certamente não teria ‘aberrado da verdade do Evangelho’, nem teria renunciado á sua opinião própria e aceito a de seu colega. Entretanto, Pedro viveu no primeiro século, e a infalibilidade pontifícia foi definida apenas no século XIX”. (ROHDEN,1995, págs. 97/98). Essa é a opinião de um teólogo, não espírita, entendeu?
A quem falta humildade é a sua própria Igreja, que, para exemplificar, podemos citar o caso Galileu. Somente após quatrocentos anos de sua morte, veio uma papa, mais lúcido que os outros e quiçá mais infalível do que seus antecessores, e reconheceu publicamente o erro da Igreja Católica. Esperamos que o mesmo não aconteça em relação ao Espiritismo, pois gostaríamos de estar vivos para ver a Igreja reconhecer as verdades Espíritas. Mas como diz o ditado: “quem viver verá”.
Em resposta poderíamos dizer a você que a recíproca é verdadeira, mas optamos por não dizer, pois a fanático não adianta, já que não enxerga que o que muitas vezes ele diz se aplica primeiramente a ele. Devemos explicar que nosso Deus é o Pai, na expressão de Jesus. E como Pai “ele quer que todos os homens sejam salvos” (1Tm 2,4), observou que é todos os homens, não um bando de fanáticos que se acha “o povo escolhido” de Deus, trazendo até aos nossos dias conceitos ultrapassados dos antigos. Nosso Deus não manda ninguém para o inferno eterno, está aí a outra grande diferença entre o seu Deus e o nosso, confirmamos assim a existência da diferença que fala.
Rapaz, você tem certeza que é normal? Ah! Esqueci, fanático não tem qualquer senso de lógica. Dizer que não acreditamos em Jesus, só pode ser piada de mau gosto. O que confirmamos é que não o endeusamos como vocês. Primeiro, porque Jesus nunca se colocou nessa condição, segundo, para nós não existindo trindade, não há necessidade de colocá-lo entre os “três em um”. Ainda bem que você disse que não há desrespeito algum em dizer a verdade, assim não se incomodará se o estarmos chamando de fanático, não é mesmo?
O nosso Jesus disse: “vós que sois maus sabeis dar boas coisas a seus filhos, muito mais o vosso Pai Celestial vos dará”, o seu: “vá para o fogo do inferno”. Só que, como fanático de carteirinha, não acha que irá para lá, por isso acha isso justo. O nosso Jesus disse: “a cada um segundo suas obras”, o seu: “o padre lhe dará o perdão”. O nosso Jesus disse: “sede perfeito como é o vosso Pai Celestial”, o seu: “vá para o lago ardente, onde ficará por toda a eternidade”. O nosso Jesus disse: “amai os vossos inimigos”, o seu: “vá persiga aqueles que você tem como inimigo”. O nosso Jesus disse: “siga-me”, o seu: “ou me segue ou vai para o inferno”. Realmente o nosso Jesus para você deve ser mesmo mentiroso, pois a “verdade” que lhe passaram é diferente da que encontramos no Evangelho.
Como não sabe interpretar as palavras de Jesus, acaba por dizer algo fora de lógica. Se só através de Jesus é que chegamos a Deus, lhe pergunto: para onde foram os homens que viveram antes dele? Foram para o inferno ou ainda estão aguardando o dia do juízo final? Devemos entender que somente os que seguem seus ensinamentos é que irão ver a Deus, depois de passar por todo o processo evolutivo, é claro. Como ele sempre esteve aqui na Terra passando seus ensinamentos usando para isso os homens santos (evoluídos), isso se fez em todos os tempos e em todos os povos, demonstrando que “Deus não faz acepção de pessoas”, temos que reafirmar isso senão você não entende. Quanto a ele ser o próprio Deus já falamos. Oh! Parabéns pra você..., até que enfim aprendeu a escrever corretamente o nome de Kardec.
As pessoas que entenderam Deus como a maior expressão de amor, nós convenceremos. Quanto aos fanáticos, não nos preocupamos, pois é inútil mesmo. O caso é tão grave que nem consegue entender o que o interlocutor disse, afirmando que tenha mudado o discurso. Falta ao fanático entender a dimensão cósmica que nos encontramos, para sentir a grandeza de Deus. Única forma que temos para poder enxergar que ainda não alcançamos a evolução necessária para compreendê-lo em plenitude, por isso, é que o colocamos quase como um Deus tribal (tribo de católicos, de protestantes, etc...). Existe uma estrela que é aproximadamente 12 bilhões de vezes maior que a Terra, isso já é difícil de imaginarmos que dirá da grandeza do cosmo, onde as distâncias entre os planetas são calculadas em unidades astronômicas fora da nossa capacidade de mensuração. Hoje acredita-se que há cerca de 100 bilhões de galáxias no Universo; e cada um delas contém mais ou menos 100 bilhões de estrelas. Depois dessa viagem, rumo ao cosmo incomensurável, pense quem o criou? Será que assim conseguimos fazer você ter uma pequena noção da grandeza de Deus? E dizer que está preocupado com os erros humanos cometidos por pura ignorância, não por maldade? É esse, caro crítico, o Deus dos Espíritas. O seu mais parece um chefe de uma repartição pública, a insignificante Terra.
O fanático segue fielmente sua liderança religiosa, e por ser proibido de ler obras fora do seu princípio religioso, acaba absorvendo as “verdades” que lhe impõe. Por isso é muito difícil para uma pessoa assim, pensar que não existe céu e inferno. Se “o reino do céu está dentro de nós” (Lc 17,21) é sinal que não se trata de um local, é antes um estado de consciência, por conseguinte, o “inferno” também. Mas considerando a lei do progresso e a lei da reencarnação, diremos, que com certeza, um dia todos nós estaremos, observar; estamos afirmando que todos, junto ao Pai. Não existe em parte alguma no Evangelho algo dizendo que todos nós devemos ter o mesmo pensamento em relação aos ensinos de Jesus. Como cada um de nós é uma individualidade diferente, da mesma forma, absorvemos diferentemente esses ensinamentos. Não vá querer que esse fato incontestável seja mudado agora, ainda gastará muitas encarnações para que cheguemos próximos uns dos outros, em conhecimento e moralidade, para podermos pensar bem semelhante. Se você quer mesmo levar a mensagem de Jesus a todos, ninguém pode lhe impedir é até louvável, mas faça como Jesus fez, vá para o meio de uma praça pública e pregue a sua versão do Evangelho, assim quem estiver passando e quiser lhe ouvir vai parar livremente, já que essa é a única forma de se respeitar o pensamento do próximo como você deseja o respeito a sua opinião, não é mesmo? Levar consolo às pessoas com obras de caridade material e moral, segundo nos recomenda Jesus, é coisa boa ou ruim? Será que você sabe distinguir uma coisa da outra? Só poderemos lhe dizer “uma árvore má não pode produzir bons frutos” (Mt 7, 18). O fanático nunca crê que está sendo enganado, sempre acha que é quem não pensa como ele que está. A Bíblia como a “palavra de Deus”, já falamos anteriormente, mas ainda poderemos acrescentar o pensamento de Kersten, teólogo alemão, evidenciando que outras pessoas comungam com o que os Espíritas pensam a respeito desse assunto. “Como professor de religião cristã, tenho tido a oportunidade de verificar que um número cada vez maior de teólogos esclarecidos estão encontrando dificuldades em aceitar determinados ‘mitos’ que lhes foram impostos, tais como o dogma da imaculada concepção ou da morte na cruz, seguida de uma extraordinária ressurreição e ascensão do corpo de Cristo, sobretudo após ter descoberto (somente na universidade) alguns novos elementos a respeito da história dos textos bíblicos. Vêem-se forçados, de uma forma absurda, a calar sobre esses conhecimentos e a continuar a repetir as ingênuas histórias da Bíblia, como se fossem a verdadeira palavra de Deus. [...].” “A direção da Igreja comete quase uma blasfêmia ao conferir autoridade ‘divina’ a textos repletos de erros, omissões, contradições, falhas lógicas, falsas conclusões, equívocos, deficiências, distorções, mal-entendidos, confusões, perjúrios e mentiras óbvias”. (KERSTEN, 1995, PÁG. 36/37). O fanático fica sempre repetindo as mesmas coisas, por que seu universo cultural é limitado. Mas quem se colocou na mesma condição que nós foi o próprio Jesus, então qual é a dúvida? Para nós ele é o modelo e guia a ser seguido, nunca dissemos que ele era pecador, isso é fruto do seu fanatismo crônico. Mas quem afirma que Jesus é pecador é a Bíblia. Veja: “...Cristo... aparecerá segunda fez, sem pecado,...” (Hb 9,28). Ora, se na segunda vez aparecerá sem pecado, podemos dizer que na primeira apareceu com pecado, é o que se pode concluir disso. E mais: “Embora fosse Filho, aprendeu a obediência por meio dos sofrimentos que padeceu. E, tendo-se tornado perfeito, fez causa de salvação eterna para todos quantos lhe obedecem” (Hb 5, 8-9). Só se aplica “tendo-se tornado perfeito” a quem ainda não era, assim, mais uma vez, a Bíblia coloca Cristo não sendo Deus, já que o próprio Deus não se tornaria perfeito, pois é ele perfeito desde toda a eternidade. “Alan Cardec”, iii... retiramos o que dissemos anteriormente. Voltando à questão de que ele é o próprio Deus, diremos que “a palavra de Deus”, na Bíblia, diz que Deus enviaria um mensageiro, não que ele próprio viria. Por outro lado, quem ficou tomando conta do Universo quando ele esteve aqui na Terra encarnado como Jesus? Veja outro absurdo: Deus desceu do céu, se encarna como Jesus, que morre na cruz em sacrifício a ele mesmo, para pagar os nossos pecados, pode? Antigamente Deus revelava-se aos profetas, cuja missão era passar ao povo a vontade divina. Pois bem, se Deus se revelou a você, devemos crer que você seja também um profeta, então diga-nos quais revelações que você recebeu para podermos acrescentá-las à Bíblia, já que é nela que está a revelação divina. Fanático se julga sábio, ignorantes sãos os que não comungam com o seu pensamento, ele é que deve ser considerado um iluminado. Uma consideração rápida sobre a trindade: “A tradição brâmane conta o seguinte a respeito de Krishna: ‘Três pessoas emergiram do sereno e eterno Deus, sem perturbar sua unidade. Brama é o pai (Zupitri), o Deus criador de todas as coisas; Krishna é o Filho de Deus, o verbo encarnado, que desceu à terra para ser o pastor de todos os povos. Shiva é o Espírito Santo, a terceira pessoa, que governa as leis eternas da vida e da evolução, inseparável de todos os seres vivos e de toda a natureza...’” Alguma coisa disso dá para lembrar a trindade defendida pela sua Igreja? Se você não está querendo que sigamos a sua religião, que papo furado é esse que estamos levando? Não caia em contradição, já que os seus e-mails provam o contrário. E se você sabia que não cremos em Jesus e na Bíblia, por que então está perdendo tempo tentando nos convencer de alguma coisa usando-os como argumentos? Que papo furado é esse? Jesus e Maria, nós, os Espíritas, que vos amamos, suplicamos: livrai-nos dos fanáticos! Amém! ConclusãoQueremos que você, caro leitor, não veja o Espiritismo pela ótica de um fanático, estude você mesmo e tire as suas próprias conclusões, não aceite que ninguém interfira em sua maneira de pensar. E, para finalizar, diremos que o fanático nunca se dá por vencido, faz questão absoluta de ser o último a dizer alguma coisa, pouco lhe importa o que lhe foi dito antes ou se o que está dizendo tem alguma lógica, ou, mesmo, se apenas continua repetindo os seus mesmos e surrados argumentos. “’Mestre, vimos alguém expulsando demônios em teu nome e quisemos proibi-lo, porque não te segue conosco’. Mas Jesus respondeu: ‘Não proibais. Quem não está contra vós, esta a vosso favor’” (Lc 9, 49-50). Paulo da Silva Neto Sobrinho Nov/2003. Referências bibliográficas:
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