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Curso Básico sobre MediunidadeUnião Espírita Mineira IV - Da Identificação dos Espíritos1 - INTRODUÇÃO:“Amados não creiais a todo o Espírito, mas provai se os Espíritos são de Deus”. (I João 4:1) “No que respeita às instruções gerais que nos trazem os Espíritos, o mais é o ensino que nos proporcionam e não o nome sob o qual se apresentam”. ALLAN KARDEC “Se a individualidade do espírito pode nos ser indiferente, o mesmo não se dá quanto às suas qualidades. É bom ou mau o Espírito que se comunica? Eis a questão.”ALLAN KARDEC 2 - LÓGICA, BOM SENSO, RAZÃO:A identificação do Espírito pelo nome não deve constituir preocupação do médium ou dos freqüentadores da reunião, pois, o mais importante é o teor dos ensinos que nos transmitem, seja qual for o nome ou a forma sob a qual de apresente o comunicante. Devemos considerar que, se o Espírito pode imprimir ao seu perispírito a forma que queira, este poderá apresentar-se sob a aparência de outra entidade, ou para infundir maior confiança ao médium, ou com o fim deliberado de enganar. O mesmo se dá quanto ao nome com o qual se comunica, pois, nenhuma referência dispomos para comprovar a sua autenticidade, senão o teor de sua mensagem, condizente ou não com o nome indicado. Será prudente, portanto, frente a qualquer comunicante, ainda que se apresente como é ou um dos guias da reunião, analisar rigorosamente o teor da comunicação, aceitando apenas e exclusivamente, aquilo que esteja dentro da lógica, do bom senso e da razão. 3 - DA LINGUAGEM DOS ESPÍRITOS:A respeito da identificação dos Espíritos transcrevemos algumas recomendações de “O Livros dos Médiuns”, para nossa meditação.
4 - APARÊNCIA:Podendo alguns Espíritos enganar pela linguagem de que usam, segue-se que também podem, aos olhos de um médium vidente, tomar uma falsa aparência? Isso se dá, porém, mais dificilmente.O médium vidente pode ver Espíritos levianos e mentirosos, como outros os ouvem, ou escrevem sob influência deles.Podem os Espíritos levianos aproveitar-se dessa disposição, para o enganar, por meio de falsas aparências; isso depende das qualidades do Espírito do próprio médium.(“O Livro dos Médiuns”) 5 - ESTADO VIBRACIONAL:Muitos médiuns reconhecem os bons e os maus Espíritos pela impressão agradável ou penosa que experimentam à aproximação deles.Perguntamos se a impressão desagradável, a agitação convulsiva, o mal-estar são sempre indícios da má natureza dos Espíritos que se manifestam. O médium experimenta as sensações do estado em que se encontra o Espírito que dele se aproxima.Quando ditoso, o Espírito é tranqüilo, leve, refletido; quando feliz, é agitado, febril, e essa agitação se transmite naturalmente ao sistema nervoso do médium.Em suma, dá-se o que se dá com o homem na terra: O bom é calmo, tranqüilo; o mau está constantemente agitado. (“O Livro dos Médiuns”). Concluímos que a maneira mais segura de se identificar a natureza do Espírito é pelo teor de sua linguagem, falada ou escrita, mediante os conceitos que nos trazem.Tanto quanto, ao se aproximar de um médium, o Espírito pode por ele ser analisado, através do seu estado vibracional, ou seja, das sensações agradáveis ou desagradáveis que o Espírito infunde ao médium. 6 - REFERÊNCIAS:“O LIVRO DOS MÉDIUNS” - FEB - Rio de Janeiro - 29ª edição. “O NOVO TESTAMENTO” - Trad. João Ferreira de Almeida - IBB - Rio de janeiro. |
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