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Portal do Espírito Informa

Agosto de 2002 N° 08 Ano 01

Portal do Espírito (www.espirito.ORG.br)

Nesta Edição

Conhecendo Melhor o Portal do Espírito

Iniciaremos neste número, uma série de matérias que terão por objetivo informar a nossa proposta de trabalho e como a executamos; o que é e como está organizado todo o material disponível no Portal do Espírito.

Iniciaremos pelo nosso objetivo: auxiliar na divulgação da Doutrina Espírita ou, como consta em nossa página principal, ser "A sua referência sobre Doutrina Espírita na Internet".

Desta forma, todo o material que nos é oferecido ou pesquisado em fontes diversas é submetido a uma análise para certificar que esteja em conformidade com a estrutura básica do Espiritismo - A Codificação de Allan Kardec.

Todo o material publicado no site foi oferecido por (ou pedido a) cada um dos autores, que concordaram com a sua publicação como "Domínio Público", apenas respeitada e divulgada a autoria. Assim, o leitor pode utilizar-se de qualquer material para seus estudos, podendo inclusive copiá-lo para amigos, por exemplo.

Como em qualquer trabalho, estamos sujeitos a erros, assim, se você notar algum problema (divergência com a Doutrina, por exemplo) pedimos a gentileza de entrar em contato conosco (webmaster@espirito.org.br ou colabore@espirito.org.br)

Passamos agora a descrever a página de abertura do Portal (www.espirito.org.br).

A página tem por finalidade oferecer ao leitor diversas opções de acesso às informações e interação com o Portal. A maior parte da página (área central) é dedicada às novidades e destaques do site, ou seja, novos conteúdos que foram recentemente publicados ou materiais de interesse aos visitantes.

O acesso ao material do site é facilmente realizado pela barra de opções que fica à esquerda do vídeo ou nos links no rodapé da página. A barra está dividida em:

Artigos, Biografias, Categorias, Codificação, Cursos, Doutrina Espírita, Download, Internet, Mensagens, Palestras, Publicações, Novidades, Fale Conosco, Pesquisa no Site e Mapa do Site.

Oportunamente, comentaremos a organização de cada uma destas opções.

Ainda na parte esquerda do vídeo encontram-se os números de acessos a esta página desde 10 de Março de 2001, o número de usuários conectados no momento (usuários ativos), o número de visitas no dia e o número de páginas acessadas no dia. Estas informações não tem uma utilidade prática, mas acreditamos ser interessante aos visitantes (e também a nós) saber que existem mais pessoas que buscam o conforto e o consolo da Doutrina Espírita.

Por fim, encontramos duas formar de interação com o Portal do Espírito. Na primeira, o Livro de Visitas, o visitante pode expor publicamente suas impressões, sugestões e dúvidas sobre o trabalho realizado, ou simplesmente, consultar a mensagem que outros companheiros deixaram ao visitar-nos. Na segunda forma de interação, o e-mail do webmaster (webmaster@espirito.org.br), o visitante pode realizar as mesmas tarefas do livro de visitas, porém, com privacidade ou pode ainda informar sobre problemas ocorridos no site como uma página não encontrada, um artigo classificado na categoria indevida, etc.

Aos visitantes que tem maior intimidade com a tecnologia atual, estas dicas podem parecer pueris por demais, entretanto, devemos entender que dentre os 10.000 usuários do Portal do Espírito, muitos podem não ter tanta afinidade com informática e Internet e, portanto, necessitam de uma ajudinha a mais. Esperamos continuar este "tour" pelo Portal do Espírito no próximo número.

Equipe Portal do Espírito

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Mensagem Fraterna

LUZ NO LAR

Organizemos o nosso agrupamento doméstico do Evangelho. O Lar é o coração do organismo social.

Em casa, começa nossa missão no mundo.

Entre as paredes do templo familiar, preparamo-nos para a vida com todos.

Seremos, lá fora, no grande campo da experiência pública, o prosseguimento daquilo que já somos na intimidade de nós mesmos.

Fujamos à frustração espiritual e busquemos no relicário doméstico o sublime cultivo dos nossos ideais com Jesus. O Evangelho foi iniciado na Manjedoura e demorou-se na casa humilde e operosa de Nazaré, antes de espraiar-se pelo mundo.

Sustentemos em casa a chama de nossa esperança, estudando a Revelação Divina, praticando a fraternidade e crescendo em amor e sabedoria, porque, segundo a promessa do Evangelho Redentor, "onde estiverem dois ou três corações em Seu Nome", aí estará Jesus, amparando-nos para a ascensão à Luz Celestial, hoje, amanhã e sempre.

* * *


Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Luz no Lar.
Ditado pelo Espírito Scheilla.
FEB.

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Acessórios

Além do vasto material sobre a Doutrina Espírita, o Portal do Espírito tem importantes "acessórios" podem ajudá-lo no seu auto-conhecimento, na meditação, na forma de elaborar um plano de estudos ou mesmo mensagens que não são espíritas mas que nos levam a reflexão de nossos valores.

Separamos um artigo sobre o medo de falar em público, pois afinal todo o estudo da Doutrina Espírita só se torna valioso quando este pode ser compartilhado, seja por meio de atitudes, seja por meio de palestras.

Medo de Falar em Público

Sérgio Biagi Gregório

Medo - do latim metu - significa o sentimento de grande inquietação ante a noção de um perigo real ou imaginário. No âmbito da oratória, é a sensação de que se vai esquecer daquilo que se tem de falar, de não agradar ao público, de dizer coisas banais. Seus sintomas são: coração dispara, respiração torna-se ofegante, ondas de calor percorrem o corpo todo, as mão tremem, a voz fica embasbacada etc.

De acordo com a Psicologia e ciências afins, o medo do erro é normal e natural. Somente em 20% dos casos é possível encontrar algum trauma que justifique o surgimento da fobia. A naturalidade prende-se ao fato de nos sentirmos responsáveis por aquilo que estamos informando ao público. Como não queremos passar dados inverossímeis, a apreensão, a ansiedade gera-nos um pequeno desconforto, uma tensão, um nervosismo. Mas, tão logo se começa a falar, voltamos ao nosso estado normal.

No lado oposto, há o fóbico social. Este tem dificuldade de se relacionar, não consegue olhar nos olhos do seu interlocutor, conversar naturalmente com seu superior, apresentar idéias, compartilhar tarefas. "A característica mais marcante desse tipo de fobia é o medo que a pessoa tem do julgamento dos outros". O fóbico social geralmente é muito perfeccionista. Como é impossível agradar a 100% das pessoas ele prefere se omitir. Isola-se e, a cada dia que passa, vai ficando mais isolado. Isto tudo porque, quando não exercitamos os nossos dons, os mesmos nos serão tirados.

Os peritos na arte da oratória dão-nos algumas orientações: prepare-se com antecedência: vá para o evento com o máximo de informações possíveis; faça um roteiro e procure segui-lo; cheque todos os dados quantas vezes achar necessário; se não se sentir seguro, simule uma apresentação em frente ao espelho ou diante dos familiares; tenha consciência de que é impossível agradar a todos que irão ouvi-lo; antes de entrar em cena, procure relaxar. Você pode ouvir música, fazer exercícios respiratórios, rezar, meditar.

O medo é um verdugo impiedoso dos que lhe caem nas mãos, um inimigo traiçoeiro e forte que esmaga os poderosos e enfurece os fracos, um algoz impenitente que destrói tudo o que se lhe oferece, em fim é o agente de males diversos, que dizimam vidas e deformam caracteres, alucinando uns, neurotizando outros, gerando insegurança e timidez ou levando a atos de violência irracional. Mas se pensarmos em termos de um dever a cumprir de uma missão a ser levada a efeito, sem dúvida, conseguiremos diminuí-lo sobremaneira.

Lembremo-nos de que se o medo é um sentimento dos nervos, basta a simples reflexão para eliminá-lo. Contudo, se mesmo assim ele persistir, enfrentemo-lo face a face.

Fonte de Consulta

  • SILVEIRA, M. Você Tem Medo de quê? Revista Você, setembro de 2001, p. 54 a 59.

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O Melhor do Site

Dando continuidade à nossa série, apresentamos mais uma parte do artigo do nosso colega Paulo.

Os Dez Mandamentos

Paulo da Silva Neto Sobrinho

http://www.espirito.com.br/portal/artigos/paulosns/os-dez-mandamentos.html

6º – Não matar.

Em Êxodo 20, 9: Não matarás.

É exatamente neste mandamento que podemos confirmar que Moisés, ao lado das Leis Divinas, colocou várias outras. Mas, para dar maior valor a elas de maneira que o povo as seguissem cegamente utilizou, para isso, da estratégia de dizer que eram provenientes de Deus. Não podemos condená-lo por isso, pois não havia outro meio de moralizar um povo bruto e ignorante, como o de sua época.

Vejamos então, algumas citações bíblicas para confirmar isso. Recorremos ao capítulo 21 de Êxodo:

12. Quem ferir mortalmente um homem, será punido de morte.

15. Quem ferir o pai ou mãe, será punido de morte.

16. Quem seqüestrar uma pessoa, quer a tenha vendido, ou ainda se encontre em seu poder, será punido de morte.

17. Quem amaldiçoar o pai ou a mãe, será punido de morte.

E em Êxodo 22, encontramos mais ainda:

17. Não deixarás com vida uma feiticeira.

18. Quem tiver relações com um animal, será punido de morte.

19. Quem oferecer sacrifícios aos deuses, e não unicamente ao Senhor, será condenado ao extermínio.

Bom, só por aí já podemos verificar que, se tudo isso for realmente Mandamento Divino, onde fica o “Não matarás”? Seria, podemos admitir, Deus agindo com incoerência, o que a nosso ver, repetimos, é inegavelmente um absurdo.

Quem sabe se a vergonhosa Santa Inquisição, que de Santa não tinha nada, não tenha se baseado nisso para levar à fogueira os hereges e as feiticeiras?

Mas, para uma compreensão mais racional da Bíblia, devemos levar em conta os fatores culturais relativos ao povo e a época do acontecimento. Assim, considerando que a legislação de Moisés foi ditada, quando o povo hebreu se encontrava no deserto, e não os esqueçamos que nele permaneceram por 40 anos, fica fácil entendermos que, como não havia construções em alvenaria, para se colocar nelas, em reclusão, os criminosos e, nessa circunstância, não havia como ficarem pessoas apenas vigiarem-nos, era mais cômodo, quem sabe até mesmo recomendável, que a morte fosse a pena para todos os crimes, não é mesmo?

Entretanto, admitir que tais leis venham de Deus é que não seria racional e lógico.

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Expediente

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