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Não é o companheiro dócil que exige a sua
compreensão fraternal mais imediata, E aquele que ainda luta
por domar a ferocidade da ira, dentro do próprio
peito.
Não é o irmão cheio de entendimento evangélico
que reclama suas atenções inadiáveis. É aquele que
ainda não conseguiu eliminar a víbora da malícia do
campo do coração.
Não é o amigo que marcha em paz, na senda do bem,
quem solicita seu cuidado insistente. É aquele que se
perdeu no cipoal da discórdia e da incompreensão, sem
forças para tornar ao caminho reto.
Não é a criatura que respire no trabalho normal
que requisita socorro urgente. É aquela que não teve
suficiente recurso para vencer as circunstâncias
constrangedoras da experiência humana e se precipitou na zona
escura do desequilíbrio.
É muito provável que, por enquanto, seja
plenamente dispensável a sua cooperação no paraíso. É
indiscutível , porém, a realidade de que, no momento, o seu
lugar de servir e aprender, ajudar e amar, é na Terra
mesmo.
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