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Não se irrite com o interlocutor, se não lhe
corresponde à expectativa. Talvez não tenha sido você
suficientemente claro na expressão.
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Se o interpelado não atende, de pronto, cale as
reclamações. É provável que ele seja gago e, se o não for, a
descortesia é uma infelicidade em si mesma.
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Quando alguém não lhe der a informação
solicitada, com a presteza que você desejaria, não se
aborreça. Recorde que a surdez pode atacar a todos.
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Evite os assuntos desconcertantes para o ouvinte.
Todos temos zonas nevrálgicas no destino, sobre as
quais precisamos fazer silêncio.
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Não pergunte a esmo. Quem muito interroga, muito
fere.
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Cultive a delicadeza com os empregados de
qualquer instituição ou estabelecimento, onde você
permaneça de passagem. Sua mente, quase sempre, está
despreocupada em semelhantes lugares e ignora os problemas de
quem foi chamado a servi-lo.
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Seja leal, mas fuja à franqueza descaridosa. A
pretexto de ser realista, não pretenda ser mais verdadeiro
que Deus, somente de cuja Autoridade Amorosa
recebemos as revelações e trabalhos de cada dia.
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Se o companheiro lhe fere o ouvido com má
resposta, tenha calma e espere o tempo. Possivelmente já
respondeu com gentileza noventa e nove vezes a outras
pessoas, ou, talvez, acabe de sofrer uma perda importante.
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Ajude, conversando. Uma boa palavra auxilia
sempre.
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Lembre-se de que o mal não merece comentário em
tempo algum.
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