O Cristo Consolador

Grupo Espírita Apóstolo Paulo

O Cristo Consolador

O JUGO LEVE:
"Vinde a mim, todos os que andais em sofrimento e vos achais sobrecarregados, e Eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e o meu fardo é leve".
(Mateus XI – 28 a 30)
O CONSOLADOR PROMETIDO:
Se me amais, guardai os meus mandamentos, e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro consolador, para que fique eternamente convosco, o Espírito de Verdade, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Mas vós conhecereis, porque ele ficará convosco e estará em vós.
Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo que vos tenho dito.
(João XIV – 15-17 a 20)
A DOUTRINA DOS ESPÍRITOS:
O Espiritismo revela o objetivo da dor, mostrando que os sofrimentos são como crises salutares que levam à cura, são as purificações que asseguram a felicidade nas existências futuras. O Homem compreende que mereceu sofrer, e acha justo o sofrimento.
(O Evangelho Segundo o Espiritismo – VI – 4)
aulo, I Epístola aos Coríntios, IV: 20)

Acima, colocamos um exemplo de como a palestra pode ser apresentada em uma lousa. A seguir, os comentários que podem ser feitos a cada item em destaque.

O Cristo Consolador

Este tema tem o objetivo de esclarecer sobre o papel da doutrina Cristã em relação à consolação dos nossos sofrimentos. É um alerta sobre a necessidade da dor e da procura da solução para erradicá-la da nossa existência.

O JUGO LEVE:
"Vinde a mim, todos os que andais em sofrimento e vos achais sobrecarregados, e Eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e o meu fardo é leve".
(Mateus XI – 28 a 30)

Jesus nos convida para irmos até Ele, pois seremos aliviados. Explique ao público o que é ir até Jesus. Não basta só ir ao templo religioso, pois apenas a presença física não significa nada. É muito importante estarmos lá em espírito também, já que só assim iremos receber os verdadeiros remédios para as nossas dores. Diga que existem pessoas que vão ao Centro, às Igrejas, esperando milagres. Querem receber sem se esforçar para isso. E quando estão ouvindo a palestra, o pensamento delas está longe dos ensinos do Mestre, e próximo ao relógio, aguardando ansiosamente a hora de ir embora.
É necessário salientar que a prática destes ensinos é vital para a nossa saúde espiritual, e que é preciso aprender a ser manso e humilde durante o dia-a-dia, para recebermos o alívio que Jesus nos promete. E a responsabilidade que Jesus nos exige é o aprendizado da Lei de Deus, e o seu fardo é a prática desta Lei. Por isso que Ele diz que seu jugo é suave e o seu fardo é leve.

O CONSOLADOR PROMETIDO:
Se me amais, guardai os meus mandamentos, e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro consolador, para que fique eternamente convosco, o Espírito de Verdade, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Mas vós conhecereis, porque ele ficará convosco e estará em vós.
Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo que vos tenho dito.
(João XIV – 15-17 a 20)

Jesus prometeu um novo consolador no seu último discurso aos apóstolos, no Monte das Oliveiras, um pouco antes de ser preso e crucificado. Nesta promessa, o Mestre maior nos informa o que esse Consolador Prometido irá fazer no futuro em relação a Doutrina Cristã. Que relembrará tudo aquilo que Ele tinha dito. Fale aos presentes então, que se será necessário relembrar, é porque o Cristianismo verdadeiro iria ser esquecido ou distorcido por dogmas ou práticas estranhas, como realmente aconteceu. E este Consolador viria adotar as verdadeiras práticas Cristãs.
Nesta passagem temos ainda a informação que o Consolador Prometido seria o Espírito Santo e que iria ficar eternamente conosco. Com isso, podemos deduzir que não seria um homem ou uma individualidade, mas sim uma doutrina, pois uma idéia, um ensinamento, é eterno. E o Espírito Santo simboliza uma falange de bons espíritos, responsáveis por esses novos ensinamentos.
Mostre, então, a Doutrina Espírita consegue cumprir com todos estes aspectos que Jesus disse do Consolador Prometido. Que ela tem como tarefa mais importante, propagar os ensinos de Jesus de sua forma mais simples e primitiva, ou seja, sem dogmas ou rituais. Relembra o que o Mestre nos ensinou, ou seja, um código de renovação moral, que deve ser aplicado no cotidiano, transportando a verdadeira religião do confinamento dos Templos para a prática da reforma íntima do ser.

A DOUTRINA DOS ESPÍRITOS:
O Espiritismo revela o objetivo da dor, mostrando que os sofrimentos são como crises salutares que levam à cura, são as purificações que asseguram a felicidade nas existências futuras. O Homem compreende que mereceu sofrer, e acha justo o sofrimento.
(O Evangelho Segundo o Espiritismo – VI – 4)

Vamos demonstrar aqui que a Doutrina Espírita vem nos responder as grandes questões filosóficas da humanidade, como por exemplo: De onde viemos? Para onde vamos? O que somos? Por que sofremos? O que estamos fazendo aqui?
A Doutrina só vai cumprir a promessa de Jesus de nos consolar perante as nossas dificuldades, se estudarmos as explicações racionais para estas perguntas e nos conscientizarmos sobre as verdadeiras causas dos nosso problemas, que estão dentro de nós em forma das nossas imperfeições e limitações.
Temos que divulgar que a característica do verdadeiro espírita, e consequentemente do verdadeiro cristão, é ser constantemente consolado.
Allan Kardec nos informa como reconheceremos o verdadeiro seguidor da Doutrina Espírita. No Evangelho Seg. o Espiritismo ele diz que: Reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que faz constantemente para combater as suas más tendências.
Esta é a bandeira maior da nossa Doutrina, pois faz cumprir a promessa de Jesus de ser o verdadeiro Consolador, que veio após o Mestre para ensinar e relembrar a pureza de seus ensinos.

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