Mediunidade

Pergunta No. 23, Data: 25/04/2003

Pergunta: Sei que tenho mediunidade, e que esta não se refere à incorporação de espíritos. Acho que se trata de ouvir espíritos. Tenho muita intuição para aconselhar outras pessoas, mas, quando eu preciso, geralmente essa intuição faz com que eu siga o caminho errado. Como faço para saber se é esse mesmo o tipo de mediunidade que tenho? Gostaria de saber distinguir quando são espíritos bem intencionados e quando são mal intencionados. Ajude-me.

Resposta: Prezada Monica! Pelo que mencionou você realmente tem o que chamamos de mediunidade intuitiva. Vamos fazer uma distinção entre inspiração e intuição para que entenda melhor o que ocorre. Na inspiração, ocorre a assimilação de correntes mentais que o espírito envia ao encarnado, ou seja, são apenas idéias ou sugestões mentais desprovidas de sentimentos. Semelhante à intuição, porém, a intervenção espiritual é bem menos perceptível, mais discreta; é um modo de o homem receber ajuda aparente do plano superior. Na intuição o médium tem de sintonizar-se mentalmente e harmonizar-se vibratoriamente com o espírito para receber telepaticamente a influência estranha e posteriormente transmiti-la. Os pensamentos e as sensações diferentes que o médium sente, deve-se ao jato de força mental e força vibratória que o espírito lança sobre o sistema nervoso do encarnado, ou seja, as idéias ou sugestões mentais vem carregadas de sentimentos, sensações, etc. De uma forma genérica, podemos distinguir, através da sensibilidade mediúnica a natureza das entidades espirituais, Os bons irradiam em torno de si fluidos leves, agradáveis, suaves, calmos, harmônicos e o médium tem uma sensação de bem-estar geral e euforia espiritual, podendo, então, se entrar na faixa mental do espírito, perceber-lhe as idéias, intenções e sentimentos. Os maus irradiam em torno de si fluidos pesados, desagradáveis, fortes, violentos, desarmônicos e o médium tem uma sensação de mal-estar geral, ansiedade, desassossego, nervosismo, cabeça pesada, pálpebras chumbadas, bocejos freqüentes e arrepios. Os Espíritos jamais conseguem disfarçar a condição espiritual que se encontram, bastando a análise fluídica das impressões. Analisando a sensação que o espírito está nos transmitindo e saberemos o que ele precisa. Se for irmão angustiado, busquemos vibrar amor e pensar nos ensinamentos do evangelho que tratam das bem-aventuranças e consolações. Se for irmão revoltado, busquemos vibrar amor e pensar nos ensinamentos do evangelho que tratam do perdão, amor aos inimigos, de sermos mansos e pacíficos. Não gastaremos nem 5 minutos para acabarmos com sofrimentos que muitas vezes perduravam dezenas ou até centenas de anos, quantos irmãos não poderemos ajudar ao longo da nossa vida. Mas quantas vezes em vez de ajudar aceitamos a influência e associamos as nossas angústias e revoltas piorando a condição destes irmãos. Nessa convivência entre encarnados e desencarnados, a influência é tão sutil que não conseguimos muitas vezes estabelecer uma separação do que nos é próprio e do que é dos espíritos. Portanto, entre nossas idéias e imagens mentais podem estar disseminadas idéias e desejos de outros espíritos, sem que disto nos apercebamos. Para conseguirmos fazer essa distinção devemos aplicar a máxima ensinada pelo filósofo grego Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo”. Somente quando conhecemos nossos pensamentos e sentimentos saberemos distinguir quando a diferença do que é nosso ou de outra pessoa e ou espíritos.


Pergunta No. 24, Data: 25/04/2003

Pergunta: Tenho uma sensação de um universo grande e desconhecido dentro de mim! Uma sensação de que tenho uma missão, um papel que não descobri. Por outro lado sinto medo de me entregar a estas interrogações. Muita gente já falou que sou médio. Eu corro desta possibilidade para não "viajar na maionese". Como lidar com isso?

Resposta: Prezado Wilton! Cada um de nós é um dinamopsiquismo emissor e perceptor permanente; daí não apenas recebermos influências dos outros, mas também sobre eles mantermos as nossas influenciações. Em qualquer lugar que estejamos podemos receber a influência dos espíritos, seja em casa, no trabalho, na rua, no carro, no ônibus, etc. Podemos ajudar a estas pessoas, basta analisarmos a sensação que o espírito está nos transmitindo e saberemos o que ele precisa. - Se for irmão angustiado, busquemos vibrar amor e pensar nos ensinamentos do evangelho que tratam das bem-aventuranças e consolações. - Se for irmão revoltado, busquemos vibrar amor e pensar nos ensinamentos do evangelho que tratam do perdão, amor aos inimigos, de sermos mansos e pacíficos. Não gastaremos nem 5 minutos para acabarmos com sofrimentos que muitas vezes perduravam dezenas ou até centenas de anos, quantos irmãos não poderemos ajudar ao longo da nossa vida. Mas quantas vezes em vez de ajudar aceitamos a influência e associamos as nossas angústias e revoltas piorando a condição destes irmãos. Temos que melhorar nossos pensamentos e sentimentos para não sofrermos tanto com as percepções negativas. Por ser um processo automático, a absorção de energias pelo nosso organismo ajusta-se, naturalmente e automaticamente, ao padrão energético e vibratório correspondente ao estado mental e espiritual do momento. Isso significa dizer que temos maior facilidade de absorver as energias que são do mesmo padrão vibratório que nos encontramos, ou seja, nosso complexo energético atrai os fluidos e as energias com as quais afinamos e sintonizamos. O equilíbrio ou o desequilíbrio no campo mental e espiritual do indivíduo, determina a “qualidade” ou “tipo” de energia que será absorvido por ele. Quando temos pensamentos e sentimentos negativos atraímos espíritos quer vibram nestas faixas e quando vibramos pensamentos e sentimentos bons da mesma forma atraímos espíritos que se encontram nesta faixa. Mediunidade não tem como deixar ter, o que se faz necessário é aprender a usá-la direito. Busque estudar o Livro dos Médiuns, obra básica da Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec, e procure um Centro Espírita que seja filiado a Federação Espírita do estado em que você mora. Que Deus sempre se faça presente em teu coração.


Pergunta No. 43, Data: 25/04/2003

Pergunta: Meu nome é Cristiana e preciso de orientação. Minha irmã tem mediunidade sensitiva, e nem sabe direito o que é Espiritismo. Ela está muito angustiada, reprimida e sofre pois não sabe lidar com esse "dom" que ela tem. Uma amiga dela (que é espirita) lhe disse que essa "mediunidade" está explodindo nela, e sem saber o que fazer só a prejudica. Eu quero ajudar minha irmã, mas também conheço pouquíssimo sobre o assunto. Gostaria de saber se tem algum livro, site ou algo que ela possa ler se instruir e aprender a desenvolver essa mediunidade.

Resposta: Prezada Cristina! Primeiramente vamos fazer algumas considerações sobre mediunidade: A mediunidade é uma faculdade natural, inerente a todo ser humano, por isso não é privilégio de ninguém, em diferentes graus todos a possuímos. A mediunidade é a faculdade que permite sentir e transmitir a influência dos Espíritos, ensejando o intercâmbio, a comunicação, entre o mundo físico e espiritual. A mediunidade é uma sintonia entre os encarnados e os desencarnados, permitindo uma percepção de pensamentos, vontades, sentimentos de um ser desencarnado A mediunidade é percepção e todos a possuímos em graus diversos, para não termos a mediunidade (percepção) temos que deixar de pensar, de sentir, de ter vontades, como isto é impossível jamais vamos deixar de ter mediunidade. Nós não podemos deixar de ter mediunidade mas podemos controlá-la. Mediunidade é percepção, Para que um Espírito seja percebido por nós, é essencial que se estabeleça a sintonia entre a nossa mente com a mente do espírito. É necessário que ambos estejamos emitindo vibrações equivalentes, que o pensamento e a vontade de ambos se graduem na mesma faixa. Sintonia, esse é o mecanismo básico das percepções mediúnicas. Nossos maus pensamentos e sentimentos criam em torno de nós uma atmosfera fluídica impura, favorável às influências da mesma ordem. Por outro lado, as vibrações nobres atraem vibrações sadias. O nosso espírito e o espírito desencarnado exercem entre si uma espécie de atração, ou de repulsão conforme o grau de semelhança que há entre eles. Os bons tem afinidades com os bons e os maus com os maus. Se nós médiuns não tivermos uma conduta elevada em torno nós se verão grupos de espíritos inferiores. Todas as imperfeições morais, são tantas portas abertas ao acesso dos maus espíritos, porém, o que eles exploram com muita habilidade é o orgulho e a vaidade. Vamos reforçar para que fique bem claro, se não houver sintonia não haverá percepção. Para evitarmos percepções de espíritos inferiores é imprescindível enriquecermos o pensamento, incorporando-lhe os tesouros morais e intelectuais. A frivolidade atraí Espíritos levianos, a pureza de sentimentos atraí bons Espíritos. Portanto atraímos os Espíritos que se afinizam conosco, tanto quanto somos por eles atraídos. Diante do que expusemos acima, afirmamos, é errada a idéia de que a mediunidade é a causa de sofrimentos e desajustes das pessoas. Nós sofremos por ignorância e por falta de cuidados com a vida no plano material. Nos descuidamos de nossas obrigações como cristãos, damos vazão para pensamentos e sentimentos menos nobres. E certamente por afinidade nos sintonizamos com espíritos que pensam e sentem como nós e isto é que nos faz sofrer. Portanto, se não quisermos influências de espíritos inferiores mudemos nosso modo de ser. O que não podemos é jogar a culpa nos espíritos e continuarmos agindo errados. Ninguém é obrigado a desenvolver a mediunidade, quem for médium e não quiser praticar sua mediunidade, deverá pelo menos esforçar-se para sua melhoria moral, procurando libertar-se dos vícios mais grosseiros (orgulho, vaidade, egoísmo, rancor, mágoa, cigarro, bebida e drogas, entre outros). A mediunidade é, antes de tudo, uma oportunidade de servir, benção de Deus, que faculta manter o contato com a vida espiritual. Graças ao intercâmbio podemos ter aqui, não apenas a certeza da sobrevivência da vida após a morte, mas também o equilíbrio para resgatarmos com proficiência os débitos adquiridos nas encarnações anteriores. Assim, a Mediunidade tem uma finalidade de alta importância, porque é graças a ela que o homem se conscientiza das suas responsabilidades de Espírito imortal. Se você quiser conhecer sobre mediunidade procure uma Casa Espírita Idônea (Cuidado existem Casas que praticam a Mediunidade sem conhecimento teórico, e isto acarretá mais problemas que soluções) e exponha a situação, certamente eles vão te encaminhar para as reuniões de estudo antes de qualquer outra medida. Todo médium iniciante, para evitar inconvenientes na prática mediúnica, deve primeiramente dedicar-se ao indispensável estudo prévio da teoria e jamais considerar-se dispensado de qualquer instrução, pois poderá ser vítima de mil ciladas que os Espíritos mentirosos preparam para explorar-lhe a presunção. Após o conhecimento teórico, procurar desdobrar a percepção psíquica, sem qualquer receio. Na orientação do desenvolvimento mediúnico é importante que procuremos as instruções realmente espíritas, para evitarmos dissabores e percalços. É aconselhável o desenvolvimento mediúnico em grupos especialmente formados para isto, pois pessoas bem orientadas que se reunam com uma intenção comum, formam um ambiente coletivo favorável ao intercâmbio. É aconselhável que o médium jamais abuse da mediunidade, empregando-a para a satisfação da curiosidade. Allan Kardec diz que não se deve lidar com a mediunidade sem conhecê-la. O bom senso e a razão nos falam a mesma coisa. Em todos os departamentos da vida o homem busca aperfeiçoar-se para servir melhor. Sem conhecer o seu ofício não poderá desempenhar a tarefa a que se propõe com conhecimento de causa. Portanto, colocar pessoas para lidar com Espíritos sem se preparar para isso é o mesmo que realizar experiências químicas sem conhecer as leis da química, diz o Codificador. Seria uma insensatez. Os medianeiros devem ser preparados com muita cautela para servir nesse campo. Atenciosamente Revista Jovem Espírita Online


Pergunta No. 44, Data: 25/04/2003

Pergunta: Tenho mediunidade sensitiva, não sei como lidar, gostaria de saber o que é, estou freqüentando um centro espirita a duas semanas, mas não sei nada a respeito. Por favor me esclareçam esta duvida, na verdade tenho um pouco de medo, porque assisti um trabalho de obsessão e tinham vários espíritos revoltados falavam, sorriam fiquei um pouco cismada, não dormi direito de medo de ver alguma coisa ou sentir alguma coisa, até agora estou impressionada com o que vi mas estou me sentindo bem. Sem mais para o momento agradeço. Atenciosamente, Keila


Resposta: Prezada Keila! Quanto ao fato de você possuir mediunidade sensitiva e não saber lidar, temos a dizer o seguinte: Todos somos portadores de mediunidade, que é o canal psíquico pelo qual recebemos as influências boas ou ruins que estimulam as experiências do Espírito na vida terrena. As percepções sensitivas variam de pessoa para pessoa, mas todos a tem num grau qualquer. Mediunidade não tem como deixar ter ou se livrar, o que se faz necessário é aprender a usá-la direito. O melhor meio para conhecer, educar e exercitar a mediunidade é ingressando nas fileiras de trabalhadores de uma casa espírita idônea, que prime pelos estudos em todos os sentidos. Sem o estudo sério e disciplinado podemos cair sob a influência dos Espíritos que ainda se encontram em estado de desequilíbrio comportamental e eles buscarão nos perturbar. O que nos parece, é que o Centro que voce procurou não é o adequado, porque permitem que pessoas, como é o teu caso, ainda não tem conhecimento adequado sobre mediunidade participem de reuniões de desobsessões. Procure um Centro Espírita que seja filiado a Federação Espírita do estado em que você mora, para que voce possa conhecer e exercitar a mediunidade gradativamente. A mediunidade deve ser exercitada dentro de um sentimento de dedicação, abnegação e sinceridade, a fim de que possa-se merecer a atenção dos bons Espíritos. Busque estudar o Livro dos Médiuns, obra básica da Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec. Que Deus sempre se faça presente em teu coração.


Pergunta No. 45, Data: 25/04/2003

Pergunta: Tenho 30 anos, casado, sem filhos, através de pessoas ligadas c/ paranormalidade, todas são convictas em afirmar que eu possuo mediunidade sensitiva. Eu gostaria de saber mais sobre o assunto - O que é? Como agir? etc - pois a minha vida tem sido muito atribulada. Certos de sua atenção, aguardo ansioso pela resposta. Obrigado

Resposta: Prezado Alison! Quanto ao fato das pessoas afirmarem que você possui mediunidade sensitiva, temos a dizer que eles tem razão. Todos somos portadores de mediunidade, que é o canal psíquico pelo qual recebemos as influências boas ou ruins que estimulam as experiências do Espírito na vida terrena. As percepções sensitivas variam de pessoa para pessoa, mas todos a tem num grau qualquer. Quanto ao fato das coisas estarem atribuladas em sua vida não podemos relacioná-las com a mediunidade. É errada a idéia de que a mediunidade é a causa de sofrimentos e desajustes das pessoas. Geralmente, sofre-se por ignorância e por falta de cuidados com a vida no plano material. Aqueles que quiserem dedicar-se à tarefa mediúnica deverão trabalhar para vencer suas imperfeições, além de ter que estudar a Doutrina Espírita com seriedade e disciplina. Um médium que não toma esses cuidados, poderá permanecer sob a influência dos Espíritos maus. Quem for médium e não quiser praticar sua mediunidade, deverá pelo menos esforçar-se para sua melhoria moral, procurando libertar-se dos vícios mais grosseiros (cigarro, bebida e drogas). Todos somos suscetíveis às más influências devido às imperfeições próprias dos Espíritos que habitam os planetas de provas e expiações. Nós médiuns quando não cuidamos do estudo e do preparo moral, funcionamos como verdadeiras antenas e situamo-nos como focos freqüentes de perturbações espirituais. Se como médiuns que somos, não tivermos os cuidados necessários com a nossa edificação e nos colocarmos a serviço do intercâmbio sem o devido preparo, poderemos cair presas de Espíritos pouco adiantados de que está cheia a atmosfera do planeta. Mediunidade não tem como deixar ter ou se livrar, o que se faz necessário é aprender a usá-la direito. O melhor meio para conhecer, educar e exercitar a mediunidade é ingressando nas fileiras de trabalhadores de uma casa espírita idônea, que prime pelos estudos em todos os sentidos. Sem o estudo sério e disciplinado podemos cair sob a influência dos Espíritos que ainda se encontram em estado de desequilíbrio comportamental e eles buscarão nos perturbar. O exercício da mediunidade deve ser feito dentro de um sentimento de dedicação, abnegação e sinceridade, a fim de que possa-se merecer a atenção dos bons Espíritos. Busque estudar o Livro dos Médiuns, obra básica da Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec, e procure um Centro Espírita que seja filiado a Federação Espírita do estado em que você mora. Que Deus sempre se faça presente em teu coração.


Pergunta No. 58, Data: 25/04/2003

Pergunta: Boa Noite, desde sempre, fui criado em uma família espírita, o quem acontecendo desde época: Normalmente quando ia a m centro espírita, tenho tido certas atitudes, como chorar sem parar, ás vezes vontade ir embora, as vezes não queria embora. Certas residências que vou me sinto bem, certas residências é como alguém "me tirasse da casa" me dando uma vontade de ir embora. Às vezes vejo vultos, sinto cheiros diferentes, minha colega cisma que eu para colocar a mão perto e onde ela e tá sentido dores que a dor passa, mas já testei isso com outra pessoa, e a mesma me confirmou. Já li muito sobre espiritismo, mas eu tenho uma dúvida, o que fazer? , como fazer, a que recorrer, já observei que há muita, mistificação por ai, tenho a preocupação em fazer algo errado e em lugar errado.

Resposta: Prezado André Luiz! Quando temos desejos diferentes dos nossos, como vontade de chorar sem ter motivo, vontade de ir embora quando queremos ficar ou vontade de ficar quando queremos ir, são indicações de sensibilidade mediúnica, pois estamos percebendo desejos de outra pessoa que se misturam com os nossos causando certa confusão. Quando sentimos a presença de vultos, sentir cheiros estranhos ao ambiente é também indicaçãode sensibilidade mediúnica. Vamos a uma breve explicação. Cada um de nós é um dinamopsiquismo emissor e perceptor permanente; daí não apenas recebermos influências dos outros, mas também sobre eles mantermos as nossas influenciações. Em qualquer lugar que estejamos podemos receber a influência dos espíritos, seja em casa, no trabalho, na rua, no carro, no ônibus, etc. Podemos ajudar a estas pessoas, basta analisarmos a sensação que o espírito está nos transmitindo e saberemos o que ele precisa. - Se for irmão angustiado, busquemos vibrar amor e pensar nos ensinamentos do evangelho que tratam das bem-aventuranças e consolações. - Se for irmão revoltado, busquemos vibrar amor e pensar nos ensinamentos do evangelho que tratam do perdão, amor aos inimigos, de sermos mansos e pacíficos. Não gastaremos nem 5 minutos para acabarmos com sofrimentos que muitas vezes perduravam dezenas ou até centenas de anos, quantos irmãos não poderemos ajudar ao longo da nossa vida. Mas quantas vezes em vez de ajudar aceitamos a influência e associamos as nossas angústias e revoltas piorando a condição destes irmãos. Temos que melhorar nossos pensamentos e sentimentos para não sofrermos tanto com as percepções negativas. Por ser um processo automático, a absorção de energias pelo nosso organismo ajusta-se, naturalmente e automaticamente, ao padrão energético e vibratório correspondente ao estado mental e espiritual do momento. Isso significa dizer que temos maior facilidade de absorver as energias que são do mesmo padrão vibratório que nos encontramos, ou seja, nosso complexo energético atrai os fluidos e as energias com as quais afinamos e sintonizamos. O equilíbrio ou o desequilíbrio no campo mental e espiritual do indivíduo, determina a “qualidade” ou “tipo” de energia que será absorvido por ele. Quando temos pensamentos e sentimentos negativos atraímos espíritos quer vibram nestas faixas e quando vibramos pensamentos e sentimentos bons da mesma forma atraímos espíritos que se encontram nesta faixa. Mediunidade não tem como deixar ter, o que se faz necessário é aprender a usá-la direito. Busque estudar o Livro dos Médiuns, obra básica da Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec, e procure um Centro Espírita que seja filiado a Federação Espírita do estado em que você mora. Que Deus sempre se faça presente em teu coração.

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