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O Cultivo do AmorSergito de Souza Cavalcanti XVIIIA felicidade é a nossa maior aspiração. Ser feliz é a nossa maior conquista. Constituir um lar, ter filhos, ser feliz, é aspiração divina que praticamente todos almejamos. Está escrito em Gênesis (2:24): “Deixará o homem seu pai e sua mãe, unir-se-á a sua mulher e serão ambos uma só carne”. Entretanto, no lar, nem tudo são flores, pois, segundo Chico Xavier, “o lar é encontro de almas irmãs, beneficiadas ou prejudicadas por nós, no passado”. Por isso, o casamento é, para alguns, inesgotável fonte de alegrias e prazer, enquanto para outros, é motivo de angústias e tristezas. O certo porém é que o casamento, será sempre conforme os esposos o façam. As principais condições para que tenhamos harmonia doméstica é conseguida com amor, compreensão e tolerância. O amor é como uma plantinha que se não for bem cuidada, morre. Muitos casais unidos por legítimos laços de afetividade, acabam vendo o amor fenecer por falta de cuidado e atenção. Abraçar, beijar, dormir de mãos dadas, dizer palavras carinhosas são adubos que devemos usar sempre, para que a plantinha se conserve bonita e viçosa. Amar envolve manifestações recíprocas de afeto. Não permita que seus negócios, seus interesses pessoais e materiais deteriore sua ligação afetiva. Por maiores que forem seus compromissos, obrigações e afazeres, tem que produzir espaço para cultivar o amor. Amar é conversar, sonhar, planejar e entender o ser amado. Amar é aceitar o ser amado tal como ele é. No jogo do amor não há adversários, os dois ganham ou ninguém ganha. Amar é isso — querer o bem de alguém, é permutar sentimentos elevados. A sabedoria popular diz que amar é viver pois: “os que amam vivem, os demais são mortos que caminham.”
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