Portal do Espírito |
|
Mapa do Site | Pesquisa no Site |
Perdoando que Somos PerdoadosXXXVIII Por maior que seja o mal que lhe proporcionem, nunca se sinta incapaz de perdoar seu ofensor. Se ainda não tem condições de esquecer o grande mal que lhe fizeram, pode por outro lado, perdoar de coração. Quando insistimos em não perdoar, o ódio e o rancor que enviamos ao nosso adversário, nos atinge em primeiro lugar. Quando perdoamos e amamos, somos envolvidos pelo amor, quando não perdoamos e odiamos, somos envolvidos pelo ódio. É uma lei natural. Se semearmos amor, colheremos amor, se semearmos ódio, colheremos ódio. Na maioria das vezes, as pessoas que nos fazem mal, carregam pesados fardos e inúmeros tormentos. Jesus do alto do Gólgota, entre dois ladrões, pede ao Pai, perdão para seus ofensores, pois viam neles mais ignorância do que maldade. Diante da traição de Judas, continua tendo-o como amigo. Quando Pedro lhe questiona se era lícito perdoar sete vezes, responde: “Não sete mas setenta vezes sete”. (Mt 18:22) Se refletirmos bem, e fizermos um apurado exame de consciência, perceberemos que erramos muito. Sendo assim, não temos muitos motivos em não perdoar. Quem de nós está isento de erro, para poder levantar o dedo e acusar o próximo? Jesus diante da pecadora que fora pega em flagrante adultério, disse aos acusadores que, quem estivesse isento de faltas, que atirasse a primeira pedra. Às vezes temos dificuldades de perdoar devido a grande dose de maldade, violência ou sordidez cometidas contra nossa pessoa. Esquecer de alguém que nos fez mal torna-se difícil, entretanto, perdoá-lo, é possível. Podemos não esquecer do fato mas, podemos perdoar, rezando e desejando todo bem para nosso desafeto. Quanto mais evoluído é o espírito, maior é sua capacidade de perdoar, pois somente homens profundamente espirituais se sentem absolutamente inofensíveis. O iluminado espírito Francisco de Assis diz em oração que: “É perdoando que somos perdoados...” |
Página principal | Mapa do Site | Pesquisa no Site |
![]() |